-É o raio, ele disse, o raio do telefone.
Atendeu. Era o raio do telefonema que ele esperava há alguns meses. E o raio que a tempestade lá fora trovejou destrui a linha telefônica e o raio do telefonema perdeu-se e o raio do telefone partiu-se contra a parede, primeiramente, e depois contra a calçada defronte o edifício.
Raios o partam!
Sobre o final do ANALISTA III, tu havias comentado "Gérson disse...
eu tb achei que era o médico. mas enfim, a verdade nem a autora sabe."
A verdade do texto é a de que o médico é gay e tá saindo com o marido da Ana. ;-) Mas há controvérias, uma vez que o texto quando lido, passa a ser do leitor também. Logo, ganha diversas interpretações, não é mesmo? E eu tenho que confessar, que acho as novas possibilidades, bárbaras.