Quem viagem sobressalta
sobre surra a vergonha
da colheita?
Quem indago direciona?
Sobre terras malditas
bendigo o mal que faço
O acaso é, de um certo modo, um quase
é um maço de fumo incerto
é um certo Quasímodo ao acaso
Quem espreita o dito,
cujo rei e súdito é seu inverso?
Quem origens indaga
e sobre vidas esconde a alma,
reflete os erros
de suas vistas?
Quem sexo necessita?
Quem esdrúxulo reconhece?
O álcool em nossas feridas
alivia a dor que em mim cresce
O álcool em nós
dá-nos um ar renovado,
medonho,
com pequenas fissuras. Ao lado
(em nossas feridas) vivem vermes
vivem vida, vivem erros, espelhos
que cortam e viram feridas
inflamam e viram pus
Pusilânimes, vontade é vertigem.
Vão!
Nossas feridas pelo álcool curadas são
És tu, mulher, meu álcool. Regenera-me.
Sou tua ferida.
bem forte e ousado, gostei