Penso no tempo como um paradoxo. Se exige tempo, mas não se vive. Na fartura (farta de tempo), ele urge. E vivemos.
O cérebro como um roteiro a ser seguido. Pré-determinado, sem sustos ou sobressaltos. A frieza no olhar e no sentir.
Distanciamento científico é o amortecedor da ânsia e o destroçador da emoção.
A indiferença no mundo e o seu peso. Milan Kundera.
O torpor inebriante. A visão desconexa elevada à quinta potência. O sentimento reconfortante de aquecer-se por dentro. Como Érico Veríssimo chamou o chimarrão de poncho interno, é este o álcool em nós.
O futuro como uma incógnita.
Uma bota.
Mas o importante é o que importa. E mais importante do que isso é a ...
o...
hmm...
e o interessante é o que interessa, já dizia o filósofo grego na antigüidade antiga! euheehuee. abraço, e o cara não era alérgico a ovo..ehehhe
30.04.08 13:30 - Eduardo Ritter
saudade ridícula!
26.04.08 16:01 - sara
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